quinta-feira, 14 de junho de 2012

Afinal, o que está errado com a teologia da prosperidade?

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Apesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil. Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e "testemunhas de Jeová" sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz. Ela está certa quando diz que Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é graça e não um direito que nós temos e que podemos revindicar ou exigir dele. Ela acerta quando diz que podemos pedir a Deus bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que Deus tem o direito de negá-las quando achar por bem, sem que isto seja por falta de fé ou fidelidade de nossa parte. Ela acerta quando diz que devemos sempre declarar e confessar de maneira positiva que Deus é bom, justo e poderoso para nos dar tudo o que precisamos, mas erra quando deixa de dizer que estas declarações positivas não têm poder algum em si mesmas para fazer com que Deus nos abençoe materialmente. Ela acerta quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas erra quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta. Ela acerta quando diz que Deus faz milagres e multiplica o azeite da viúva, mas erra quando deixa de dizer que nem sempre Deus está disposto, em sua sabedoria insondável, a fazer milagres para atender nossas necessidades, e que na maioria das vezes ele quer nos abençoar materialmente através do nosso trabalho duro, honesto e constante. Ela acerta quando identifica os poderes malignos e demônicos por detrás da opressão humana, mas erra quando deixa de identificar outros fatores como a corrupção, a desonestidade, a ganância, a mentira e a injustiça, os quais se combatem, não com expulsão de demônios, mas com ações concretas no âmbito social, político e econômico. Ela acerta quando diz que Deus costuma recompensar a fidelidade mas erra quando deixa de dizer que por vezes Deus permite que os fiéis sofram muito aqui neste mundo. Ela está certa quando diz que podemos pedir e orar e buscar prosperidade, mas erra quando deixa de dizer que um não de Deus a estas orações não significa que Ele está irado conosco. Ela acerta quando cita textos da Bíblia que ensinam que Deus recompensa com bênçãos materiais aqueles que o amam, mas erra quando deixa de mostrar aquelas outras passagens que registram o sofrimento, pobreza, dor, prisão e angústia dos servos fiéis de Deus. Ela acerta quando destaca a importância e o poder da fé, mas erra quando deixa de dizer que o critério final para as respostas positivas de oração não é a fé do homem mas a vontade soberana de Deus. Ela acerta quando nos encoraja a buscar uma vida melhor, mas erra quando deixa de dizer que a pobreza não é sinal de infidelidade e nem a riqueza é sinal de aprovação da parte de Deus. Ela acerta quando nos encoraja a buscar a Deus, mas erra quando induz os crentes a buscá-lo em primeiro lugar por aquelas coisas que a Bíblia constantemente considera como secundárias, passageiras e provisórias, como bens materiais e saúde. A teologia da prosperidade, à semelhança da teologia da libertação e do movimento de batalha espiritual, identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam. Ao final, o que temos é uma religião tão diferente do Cristianismo bíblico que dificilmente poderia ser considerada como tal. Estou com saudades da época em que falso mestre era aquele que batia no portão da nossa casa para oferecer um exemplar do livro de Mórmon ou da Torre de Vigia... Rev. Augustus Nicodemus Fonte: http://antenacrista.blogspot.com.br

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Comunismo - Idolatria e opressão!

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Há alguns anos, quando eu ainda trabalhava como professora de francês, caiu-me nas mãos uma revista feminina francesa que veiculava fotos de multidões de crianças chorando, rostos em desespero, com a simples visão pública do ditador coreano. A reportagem mostrava de que forma elas tinham sido treinadas para reagir assim, em uma calculada histeria coletiva. Aquelas imagens nunca mais saíram de minha mente, como um retrato emblemático da deformação da alma infantil. Não tenho mais a revista, mas qualquer pessoa pode pesquisar e, o inglês ajudando, compreender a crueldade de um regime que obriga as pessoas a adorarem seus líderes e as pune severamente quando se recusam a isso.

Pois morreu o ditador da Coreia do Norte, Kim-Jong il, deixando o mesmo legado comunista que conhecemos: fome generalizada, opressão, tirania, campos de concentração, idolatria (nesse caso, rasgada) e perda da liberdade, além de um punhado de armas nucleares que preocupam o mundo. No Brasil, que é governado por um partido comprometido ideologicamente, a mídia raramente ousa tratar das sistemáticas violações aos Direitos Humanos naquele país. Em uma rápida olhada pela internet, é impossível deixar de reconhecer que as notícias sobre essa morte são pouco informativas e, em geral, vergonhosas, enfatizando as lamentações (em grande número, forçadas!) e usando eufemismos como “mão de ferro” para o ditador cruel que queria a adoração como um deus. O comunismo brasileiro também mostrou de que lado está: a Folha de São Paulo veiculou a rasgada exaltação do PC do B ao regime. Não há desculpas para a falta de informação: até no You Tube há documentários que mostram a real face do totalitarismo comunista coreano.

A Coreia do Norte, hoje, é o primeiro país no ranking da perseguição religiosa, de acordo com o site Portas Abertas. Você, cristão, vai continuar a defender o comunismo? Busque informação e se posicione: você não pode ficar calado diante da perseguição, seja religiosa, seja política. Salgar o mundo, nesse caso, é abrir a boca pelos verdadeiros oprimidos dos sistemas comunistas em vigor, bem como denunciar a opressão em marcha nos países que ainda se consideram “democráticos” – uma opressão que tem sido praticada em nome do amorrrr politicamente correto, e que se revela na aprovação de leis mesquinhas que dão ao Estado o controle da consciência (lei contra a homofobia, lei da palmada, leis que buscam coibir a imprensa etc.), e isto em todo o mundo ocidental.
Fonte: http://normabraga.blogspot.com

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

6 coisas que aprendi assistindo aos cultos de algumas das igrejas da TV

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Ligue a sua TV. Pode ser em qualquer dia ou horário, você sempre encontrará alguma igreja na TV transmitindo algo para o telespectador. Passei alguns dias assistindo alguns desses programas (praticamente forçado), para tirar deles algumas lições. Vejamos algumas delas:

1 – Eu preciso dar ofertas para demonstrar minha fé e ser abençoado por Deus

Encontrei esse aprendizado em quase todos os “cultos” que assisti pela TV. Frases como: “Deus está querendo te abençoar, oferte nesse ministério”, “este ano será de vitória, dê uma oferta de fé”, “sacrifique-se, pois Deus, vendo o seu sacrifício, te abençoará. Por isso, traga sua oferta no valor de…”. Aprendi que o que tem fé oferta o máximo. Se não ofertei o máximo ainda tenho que converter meu coração porque minha fé é pequena.

2 – Eu preciso estar em um determinado lugar para receber a bênção de Deus

Aprendi que para ser abençoado por Deus preciso estar em um determinado endereço e em determinada hora. A mão de Deus age ali, por isso, preciso estar ali. Frases como “a mão de Deus age poderosamente nesse lugar”, “venha receber a sua bênção aqui na rua ‘X’ no horário ‘Y’…” me mostraram que eu preciso me esforçar e me deslocar para alguns lugares para ser abençoado. Deus precisa que eu vá lá onde Ele está agindo.

3 – Eu preciso comprar objetos ungidos para atingir alguns objetivos da minha vida

Aprendi que preciso ter a chave da vitória para abrir as portas do sucesso; aprendi que preciso do martelo da justiça para que Deus me dê a vitória na minha causa; aprendi que preciso ter a meia ungida para que onde pisar a planta dos meus pés, seja meu; aprendi também que preciso da rosa do amor para que meu relacionamento seja de Deus, que preciso do cimento ungido para que consiga conquistar a casa dos sonhos. Aprendi que preciso fazer sacrifícios e adquirir esses objetos que vêm de Deus para me abençoar, conforme a Bíblia mostra.

4 – Eu preciso obedecer a palavra do meu líder, pois ele é ungido

Aprendi que devo obediência ao meu líder, afinal, ele é o chamado, ele tem a unção especial de Deus. Através dele é que receberei a “vida abundante” de Deus para minha vida. Ele tem a revelação, ele tem o poder de me conduzir ao poder de Deus que tanto quero. Ele é quem determina minha bênção, minha vitória. Ele é quem tem a oração forte que agrada a Deus, que abre os caminhos… e, por isso, Deus quer que eu o obedeça em todas as coisas. Meu líder deve ser tudo pra mim!

5 – Eu preciso prosperar, caso contrário, não tenho a fé verdadeira

Aprendi que pobreza não é de Deus. Que o filho de Deus é cabeça e não cauda. Que o filho de Deus foi feito para estar por cima! Aprendi que se sou pobre é porque ainda não tenho Deus agindo em minha vida. Aprendi que preciso determinar a minha bênção, tomar posse das promessas de Deus. Afinal, Deus tem que me dar tudo aquilo que Ele prometeu nos versículos que o pastor mostrou na Bíblia.

Bom, citei apenas cinco “aprendizados”, mas teria muitos mais para compartilhar. Creio que está evidente o “lixo” que muitas igrejas têm ensinado através da TV. Lixo esse que chamam de evangelho, mas que não passa de ensinos contrários à Palavra de Deus. Uma maldição sendo ensinada dia após dia!

Creio que um último aprendizado que deveríamos colocar em prática seria:

6 – Desligue a sua TV e busque o ensino verdadeiro de Deus na Bíblia, e procure igrejas comprometidas com o evangelho para congregar!

Por André Sanchez
Fonte: http://lepsogbr.blogspot.com (Pr. Marcos Dornel)

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fugindo da Barra da Fama!

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Li em uma revista a afirmação de uma certa celebridade gospel: “Eles demoraram a perceber a nossa força. Mas não podem mais nos ignorar”, repetindo um velho mantra triunfalista da espiritualidade da prosperidade. Fiquei me perguntando onde isso combinava com o evangelho bíblico? Esse desejo de aparecer, ter honra e glória humanas, mostrar força, tornarem-se visíveis para o mundo. Um desejo nervoso de mostrar que o “nosso deus” é maior e melhor que o deus deles. Mostrar aos nossos ”inimigos”(que agora são amigos!) que somos abençoados, temos as melhores casas, carros e roupas. Aproximar-se da fama muda alguma coisa? Fico imaginando Jesus e os apóstolos dizendo: “Temos que mostrar nossa força aos Romanos, eles não podem nos ignorar”! Alguns podem até objetar: “Estão pregando o evangelho!” Foi assim que Jesus fez? Por que este ‘evangelho’ não é relevante na cultura popular? As programações não mudam, as agendas pagãs avançam! O desejo da cultura, chamada pós-moderna, é mostrar que todas as crenças são igualmente válidas, todos os deuses são iguais e o gezuiz mostrado é igual aos outros. Mas quão diferentes eram as motivações de Jesus, sempre fugindo da fama, do status e do poder. Paradoxalmente, quanto mais fugia da fama, mais ela crescia. Por que Ele, que veio revelar o Pai, não se mostrou amplamente? Por que não fez um grande espetáculo circense para mostrar seus milagres e revelar quem era? Certamente o Jesus do Evangelho não sairia na capa da “Veja”, “Caras”, “Isto é” ou mesmo na Globo para mostrar sua força. Em uma certa ocasião Pedro e os que com ele estavam procuravam Jesus e tendo-o encontrado, disseram: ”TODOS TE BUSCAM”! Todos estão atrás de você, todos estão querendo ver seus sinais, milagres e maravilhas! Jesus, porém, respondeu: “Vamos a outros lugares a fim de que eu pregue também ali, pois para isso é que eu vim.”(Marcos.1:35-39) Em outras ocasiões Jesus advertia severamente aos espíritos imundos que o não expusessem à publicidade, retirava-se quando havia muita gente no local, curava e pedia para que não o dissessem a ninguém!(Marcos.3:12; v.t.João.5:13;Mateus.8:4;9:30).
O objetivo de Jesus era glorificar o Pai e salvar o homem. João Batista, testemunhando a respeito de Cristo disse: “Convém que ele cresça e que eu diminua.” Jesus falou que se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? O sal salga quando presente e invisível no meio do alimento. O verdadeiro espetáculo que o mundo perdido precisa ver é o espetáculo da cruz
!

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