sábado, 19 de dezembro de 2015

Empurrando de goela abaixo

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Empurrando de goela abaixo:
A imposição de novos conceitos e condutas. (Pluralismo)

Empurrando de goela abaixo:
A neutralidade da verdade como sendo única, absoluta e completa. (Relativismo)

Empurrando de goela abaixo:
A busca por resultados satisfatórios independente dos meios, ainda que esses sejam espúrios. (Pragmatismo)

Empurrando de goela abaixo:
A indefinição de sexo ao nascimento. (Ideologia de gêneros)

Empurrando de goela abaixo:
A imperialização do ego humano disfarçado de uma pseuda filantropia. (Egocentrismo)

Empurrando de goela abaixo:
A eliminação da opinião individual, ou seja, a discordância passou a ser fobia ou intolerância. (Politicamente Correto)

Empurrando de goela abaixo:
Um consumismo exacerbado, afinal o indivíduo é aferido pelo que tem e não pelo que é. (Materialismo)

Empurrando de goela abaixo:
A descristianização da cultura. (Secularismo)

Isso se chama pós-modernidade!!! Indigesto, não???
Nédia Galvão
Fonte:  http://deu-na-telhablog.blogspot.com.br/2015/12/empurrando-de-goela-abaixo.html

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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Opressão cristã, fardo pesado!

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Nos últimos dias vários irmãos e irmãs, de congregações e cidades diferentes, têm conversado comigo a respeito de um mesmo problema. A maioria deles pede ajuda e conselhos porque não estão mais suportando o ambiente de tensão nas igrejas onde congregam.
Esse problema não é exatamente uma novidade, mas chama atenção como tantas pessoas estão enfraquecidas justamente por isso, e pedindo ajuda.
Elas fazem várias alegações. Que são constantemente cobradas para que alcancem as “metas” estipuladas pelas suas respectivas igrejas, o que torna suas vidas um redemoinho de reuniões, encontros, eventos, congressos, dentre outros que, por vezes, prejudicam até mesmo a relação familiar dos mesmos, dada a ausência constante no lar.
Também se sentem oprimidas pelo bombardeio de ensinos e pregações a respeito de finanças, entrando em várias encruzilhadas do tipo “suprir as necessidades da casa ou da igreja?”. 
Mas o que é pior e comum a todos são as constantes ameaças que sofrem, especialmente por parte das lideranças. São ameaçados de maldição se não contribuírem com as quantias absurdas que pedem em todo tipo de reunião. São ameaçados de maldição caso questionem qualquer tipo de ordem ou ensino da liderança, por mais absurdo que sejam. São ameaçados de maldição se frequentarem outras congregações. A lista de ameaças não para, são constantes, por tudo, e em todo tempo.
Além das ameaças, qualquer tipo de “desobediência” por vezes é exposta diante de todos, durante os cultos. Tudo isso causa um clima de opressão que retira a paz, causa medo e abre feridas que se mantém geralmente escondidas, mas que não saram.
Aliada a falta de ensino bíblico consistente, o que mantém estes irmãos na mais plena ignorância, típico de governos autoritários, essa realidade ocasiona uma verdadeira prisão, um fardo quase insuportável de se carregar.
Aqueles que têm zelo pelas Sagradas Escrituras já sabem onde quero chegar. Vou deixar então que esta Palavra fale por mim:
No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor”. (1Jo 4:18)
Sabe quando você está numa igreja, e tudo que te ensinam te causa mais medo do que esperança? Sabe quando você está numa igreja, e se você questionar qualquer coisa, logo é advertido quanto ao risco que está correndo de ser amaldiçoado? Sabe quando você está numa igreja e no lugar de se sentir livre para viver e para pensar, você se sente oprimido por tantas cobranças e por um fardo quase impossível de suportar? 
Pois é, essa igreja não ama, e se não ama, não está a serviço de Deus.
Quem ama perdoa, quem ama acolhe, quem ama jamais ameaça, quem ama jamais amaldiçoa, quem ama não mete medo. Quem ama, simplesmente ama.
Lembro-me do vídeo de um dito apóstolo brasileiro, que rolou nas redes sociais nas últimas semanas, onde o mesmo esbraveja contra aqueles que o criticam declarando que “Deus o mate em três dias” caso ele não seja profeta, mas se não matar então que sejam todos os seus questionadores amaldiçoados. Tudo isso com uma expressão clara de ódio.
Cito este vídeo apenas para ilustrar algo. Vejamos novamente o que a bíblia diz a respeito destas coisas:
Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros; não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor; alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; acudi aos santos nas suas necessidades, exercei a hospitalidade; abençoai aos que vos perseguem; abençoai, e não amaldiçoeis”. (Rm 12:10-14)
Diferente do como o tal “apóstolo” se comportou, Deus nos ensina a não amaldiçoar, mas a abençoar aqueles que nos perseguem. Se lembrarmos que o contexto de perseguição relatado pelos apóstolos verdadeiros, bíblicos, é sempre de alguém que sofre perseguição por amor a Cristo e não por desvios doutrinários, a coisa fica ainda mais complicada.
Mas então, se até mesmo aqueles que me perseguem devem ser abençoados por mim, jamais amaldiçoados, se até mesmo meus inimigos devem receber minhas orações, meu bem, meu perdão (Lc 6:27-28), quanto mais os meus irmãos!
Percebem o absurdo que é uma congregação, uma liderança cristã, ou qualquer outro participante do corpo de Cristo manter o costume de ameaçar outros irmãos, seja qual for o motivo? Percebem que isso não é cristianismo? Percebem que isso não é o amor cristão?
Viver em uma comunidade cristã é estar entre pessoas que te amam, que te perdoam, que convivem com as tuas falhas sem te impor fardos pesados, mas que te ajudam a carregar os fardos da vida (Gl 6:2; Cl 3:13), sem acrescentar outros.
Que terrível é ser livre da escravidão do pecado para ser escravo numa congregação cristã! Que terrível é acreditar no fardo suave de Cristo sem jamais experimenta-lo! Que terrível é viver oprimido por aqueles que um dia te prometeram liberdade e paz!
Não é meu costume dizer isso, mas nesse caso não há outra solução: irmãos, fujam de igrejas onde no lugar de amor, há ameaça, no lugar de paz, há opressão, no lugar de serviço, há escravidão e no lugar de irmãos, há chefes. Fuja, saia de lá, antes que teu coração se endureça, antes que a desesperança se instale na tua alma. 
Tenha a certeza de que Deus quer te dar a verdadeira paz e o verdadeiro amor, e busque um lugar onde, apesar das inevitáveis imperfeições, os irmãos compreendam o verdadeiro sentido do Evangelho e da comunhão cristã. Saia, e viva, encontre a suavidade de Cristo e abrace-a para nunca mais largar.
Deus abençoe a todos.
Ruy Cavalcante, Via Púlpito Cristão

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segunda-feira, 20 de abril de 2015

A letra mata!

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Com frequência ouvimos de algumas pessoas envolvidas com denominações cristãs a frase comum: "a letra mata", como justificativa para rejeitar a observância das Escrituras. Estaria o apóstolo Paulo nos ensinando a cometer suicídio intelectual?
Concordamos que não pode haver um intelectualismo árido, mas também não podemos cair no subjetivismo de um anti-intelectualismo difundido em muitas dessas denominações. Usar a frase "a letra mata" é jogar a culpa na Bíblia e dizer que não se pode estudar muito e que a Bíblia pode matar. Ora, além de tal frase estar fora de contexto, ela é ignorantemente utilizada por aqueles que não sabem que letra é essa. A Bíblia é um livro santo e dá vida a todos os que a leem e compreendem. Ela "mata" sim, a ignorância, o erro, a heresia e o engano. No geral, as pessoas que usam da frase, querem defender um pragmatismo de milagres, sinais e prodígios em detrimento dos limites da Soberania de Deus e de seu evangelho. Começa a existir um outro jesus. Enxergam só o Jesus dos sinais e não querem ver o Jesus que ensina as Escrituras. Para eles, se não houver um sinal, então Jesus não estava lá, mesmo que a verdade do evangelho seja proclamada. Cremos nos milagres, mas nossa fé está no Senhor dos milagres. Jesus os realizava para revelar a glória do Pai, suas credenciais como o Messias enviado de Deus e cumprir as Escrituras proféticas. Jesus jamais fazia sinais com o intuito de fazer um espetáculo circense ou satisfazer os desejos de um coração incrédulo e pecaminoso. Jesus queria ser conhecido, principalmente, pelo que era. As pessoas que mais viram milagres na Bíblia foram: o povo hebreu no deserto, Faraó no Egito, os discípulos e os líderes do tempo de Jesus. Nada disso os fez mais crédulos ou piedosos. Israel viu muitos sinais no deserto, mas não entraram na terra prometida; Faraó presenciou vários prodígios pelas mãos de Moisés, mas isso não o tornou mais temente ao Deus de Israel. Os discípulos não conseguiam entender o propósito dos sinais de Jesus. Depois da ressurreição de Lázaro "...Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo visitar Maria, vendo o que fizera Jesus, creram nele. Outros, porém, foram ter com os fariseus e lhes contaram dos feitos que Jesus realizara..."(João.11:45,46). Como resultado dessa delação aos fariseus, nos é dito que "...os principais sacerdotes resolveram matar também Lázaro; porque muitos dos judeus, por causa dele, voltavam crendo em Jesus."(João.12:9-11). O mesmo sol que amolece a cera é o mesmo que endurece o barro. Reuniões de sinais e milagres se transformam em reuniões de crianças espirituais que fazem "birra" com Deus e o querem colocar "colocar na parede"! Outros limitam a ação de Deus a um lugar específico, não sabendo que Ele é soberano e livre para escolher quando e como fazer milagres. Outro problema é que quando o homem tem prazer no engano, Deus o entrega às suas próprias cobiças e desejos pecaminosos (Rom.1:18-32; II Tessal.2:7-12). Um princípio importante está demonstrado em Deut.13:1-5:
"Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o Senhor, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o Senhor, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma..."
Sinal e ensino enganoso. Um sinal acontece e o profeta prega o engano e desvia o povo da lei do Senhor. O próprio Deus quer provar os corações! Há líderes que vendem a alma para dizer o que o povo gosta de ouvir. Alegorizam, distorcem e inventam o que não está escrito. Descontextualizam as Escrituras. Mas porque fazem sinais, não são questionados em seus ensinos. Parecem com o personagem Seu Samuel da Escolinha do Professor Raimundo: "Fazemos qualquer negócio!" Mas o evangelho bíblico está apoiado no maior desprezo e no maior milagre de todos os tempos: a cruz e a ressurreição de Cristo. Quem Jesus é e Suas obras são o foco do evangelho e quando nos desviamos do foco, certamente corremos grande perigo.
Ruben Page

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quarta-feira, 27 de março de 2013

COMO SABEMOS QUE OS AUTORES DO NOVO TESTAMENTO DISSERAM A VERDADE?

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1) Os autores do NT incluem detalhes embaraçosos sobre si mesmos e sobre Jesus;
Os evangelhos mostram os discípulos como tolos, apáticos, covardes. Eles foram advertidos e duvidam;
Jesus é declarado “fora de si”, desacreditado pelos irmãos, visto como enganador, abandonado pelos seguidores, chamado “beberrão”, endemoninhado, louco, desfez dos judeus que criam nele, tem os pés enxugados pelos cabelos de uma prostituta( fato que tinha o potencial de ser visto como uma provocação sexual) e por último, é crucificado pelos judeus e romanos, fato de que “qualquer que for pendurado num madeiro está debaixo da maldição de Deus.

2) Autores incluem dizeres difíceis de Jesus;
Jesus parece predizer incorretamente que voltará à terra dentro de uma geração;
Declara: “...o Pai é maior do que eu”;
Diz em relação à sua segunda vinda que ninguém sabe a hora, “nem os anjos do céu, nem o Filho”;
Parece incapaz de realizar milagres em sua cidade natal, exceto curar algumas pessoas doentes;
É visto amaldiçoando uma figueira por não ter figos quando não era época de figos...

3) Autores incluem exigências de Jesus;
Um exemplo claro é o Sermão do Monte com suas exigências de danação!

4) Autores fazem clara distinção entre palavras de Jesus e as deles – em um mundo que não conhecia aspas e travessões;

5) Autores incluem acontecimentos relacionados à ressurreição de Jesus;
Sepultamento de Jesus;
Primeiras testemunhas;
Conversão de Sacerdotes e Fariseus;
Explicação dos judeus para o desaparecimento do corpo de Jesus.

6) Autores incluem cerca de 30 pessoas historicamente confirmadas pela história e pela arqueologia;
Por exemplo: Pilatos, Caifás, Festo, Félix e a linhagem de Herodes...

7) Autores incluem detalhes divergentes;
Há concordância nos pontos principais e divergência nos detalhes menores. Essa é a natureza do depoimento de testemunhas oculares múltiplas e independentes. Espera-se isso também num tribunal.

8) Autores desafiam leitores a conferir fatos verificáveis;
Até mesmo sobre milagres. Veja Lucas.1:1-4; II Pedro.1:16; Atos.26 e I Coríntios.15.

9) Autores descrevem milagres da mesma forma que descrevem fatos históricos;
Os relatos são simples, diretos e sem retoques. Os detalhes não são embelezados e nem extravagantes. Não têm elementos lendários. Os autores narram apenas fatos.

10) Autores abandonaram crenças e práticas de longa data.
Os autores adotam repentinamente novas crenças e práticas e não negaram sob perseguição ou ameaça de morte. Como exemplo dessas crenças abandonadas temos:
Sacrifício animal – substituído pelo Sacrifício eterno e eficaz de Cristo;
Supremacia da lei mosaica -  Cumprida pela vida de Cristo;
Monoteísmo estrito – Triunidade de Deus( três pessoas de uma mesma essência divina);
O sábado – substituído pelo Domingo;
Messias conquistador – Messias sacrificial( ele vai conquistar quando voltar);
Circuncisão – Substituída pelo batismo e pela ceia( como símbolos da realidade de Cristo).
Extraído: Não tenho fé suficiente para ser ateu - Norman Geisler & Frank Turek.

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sábado, 23 de março de 2013

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De longe, não é fácil distinguir um camelo de um dromedário, ou uma mula pintada de uma zebra. No entanto, quando observamos com mais atenção, podemos ver as diferenças e detalhes. Da mesma forma, para que possamos preservar a fé bíblica, precisamos examinar a exatidão doutrinária de certos ensinos e atitudes. Tenho observado que ao fazer isso, você é rotulado de “divisionista”, “invejoso”, “magoado” com o “sucesso” dos outros, “julgadores”. Ora, por que razão uma pessoa é considerada assim por testar ensinos populares tendo a Bíblia como base? Podemos sacrificar a verdade em nome da “unidade”? Ou a sã doutrina em nome do pragmatismo? É claro que a unidade se dá em torno do evangelho do Cristo bíblico e, além disso, é importante entender que não podemos julgar corações, motivações e ministérios, apenas ensinos e entender que existem graus variados de erros. Foi por isso que Hodge disse que “O erro é muitas vezes um obstáculo maior à salvação dos homens que o descuido ou o vício...nenhum caminho que conduz para a perdição já se encontrou mais cheio de gente do que o da falsa doutrina. O erro é um escudo para a consciência, e uma venda sobre os olhos.”  Isso me faz pensar sobre vários ensinos e atitudes que estão no mercado religioso que não têm nenhuma defesa sistemática, se sustentam em versículos isolados e alguns textos-prova e que não têm um padrão contextualizado na Bíblia. Descobri que é por conta, de certos ensinos distorcidos, que centenas de pessoas estão indignadas e descrentes do evangelho genuíno. Esses ensinos e práticas de muitos movimentos são:
 - Cura interior antibíblica – Gente que não tem preparo mexe com o psicológico das pessoas;
- Uso do chavão: “Não julgueis” nenhum ensino errado ou atitude. Jesus condenou o julgamento temerário e não qualquer julgamento;
- Centralização de poder – Personalismo e Narcisismo de seus líderes;
- Valorização excessiva de multidão em detrimento do indivíduo. Observe que a maioria dos governos totalitários são coletivistas;
- Movimento da guerra espiritual – Obsessão por demônios – vêem demônios em todo bocal de lâmpada. Falta a ênfase na soberania de Deus;
- Autoridade Espiritual – Na verdade, autoritarismo e tirania espiritual. Atitudes intimidadoras e arrogantes para impor e enfatizar sua “autoridade”. A autoridade bíblica procede da verdade do Evangelho e não de cargo, posição ou status;
- Cobertura espiritual – manipulação da vida privada das pessoas. Na Bíblia o princípio é: “Você se submete a mim e eu a você’. Na cobertura espiritual é: “Você se submete a mim, porque sou autoridade sobre você e eu mando em você”. Nossa cobertura espiritual é Cristo e Sua obra perfeita e eficaz;
- Fragmentação da Bíblia para fins de conveniência pessoal – tirar versículo do contexto para pretexto;
- Não permitem que os membros do movimento questionem ou perguntem nada, com o risco de serem jogados no isolamente;
- Abuso e apelação na cobrança das contribuições financeiras – Contribuição é voluntária;
- Proibir os adeptos de estudarem em outras instituições teológicas;
- Unção por prestação de serviços e ativismo, não por vocação e chamado de Deus, com o propósito de exaltação humana;
- Tentativa de isolar o membro de sua família por meio de ensinos exclusivistas;
- Infantilização das ovelhas – As pessoas mais parecem “vaquinhas de presépio” ou “soldadinhos de chumbo” em vez de pessoas maduras e conscientes de suas obrigações.
Para escaparmos dessas armadilhas, precisamos examinar a Bíblia para não sermos enganados por idéias distorcidas e esmagantes, tendo a consciência cativa à Palavra de Jesus.

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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Afinal, o que está errado com a teologia da prosperidade?

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Apesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil. Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e "testemunhas de Jeová" sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz. Ela está certa quando diz que Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é graça e não um direito que nós temos e que podemos revindicar ou exigir dele. Ela acerta quando diz que podemos pedir a Deus bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que Deus tem o direito de negá-las quando achar por bem, sem que isto seja por falta de fé ou fidelidade de nossa parte. Ela acerta quando diz que devemos sempre declarar e confessar de maneira positiva que Deus é bom, justo e poderoso para nos dar tudo o que precisamos, mas erra quando deixa de dizer que estas declarações positivas não têm poder algum em si mesmas para fazer com que Deus nos abençoe materialmente. Ela acerta quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas erra quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta. Ela acerta quando diz que Deus faz milagres e multiplica o azeite da viúva, mas erra quando deixa de dizer que nem sempre Deus está disposto, em sua sabedoria insondável, a fazer milagres para atender nossas necessidades, e que na maioria das vezes ele quer nos abençoar materialmente através do nosso trabalho duro, honesto e constante. Ela acerta quando identifica os poderes malignos e demônicos por detrás da opressão humana, mas erra quando deixa de identificar outros fatores como a corrupção, a desonestidade, a ganância, a mentira e a injustiça, os quais se combatem, não com expulsão de demônios, mas com ações concretas no âmbito social, político e econômico. Ela acerta quando diz que Deus costuma recompensar a fidelidade mas erra quando deixa de dizer que por vezes Deus permite que os fiéis sofram muito aqui neste mundo. Ela está certa quando diz que podemos pedir e orar e buscar prosperidade, mas erra quando deixa de dizer que um não de Deus a estas orações não significa que Ele está irado conosco. Ela acerta quando cita textos da Bíblia que ensinam que Deus recompensa com bênçãos materiais aqueles que o amam, mas erra quando deixa de mostrar aquelas outras passagens que registram o sofrimento, pobreza, dor, prisão e angústia dos servos fiéis de Deus. Ela acerta quando destaca a importância e o poder da fé, mas erra quando deixa de dizer que o critério final para as respostas positivas de oração não é a fé do homem mas a vontade soberana de Deus. Ela acerta quando nos encoraja a buscar uma vida melhor, mas erra quando deixa de dizer que a pobreza não é sinal de infidelidade e nem a riqueza é sinal de aprovação da parte de Deus. Ela acerta quando nos encoraja a buscar a Deus, mas erra quando induz os crentes a buscá-lo em primeiro lugar por aquelas coisas que a Bíblia constantemente considera como secundárias, passageiras e provisórias, como bens materiais e saúde. A teologia da prosperidade, à semelhança da teologia da libertação e do movimento de batalha espiritual, identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam. Ao final, o que temos é uma religião tão diferente do Cristianismo bíblico que dificilmente poderia ser considerada como tal. Estou com saudades da época em que falso mestre era aquele que batia no portão da nossa casa para oferecer um exemplar do livro de Mórmon ou da Torre de Vigia... Rev. Augustus Nicodemus Fonte: http://antenacrista.blogspot.com.br

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Comunismo - Idolatria e opressão!

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Há alguns anos, quando eu ainda trabalhava como professora de francês, caiu-me nas mãos uma revista feminina francesa que veiculava fotos de multidões de crianças chorando, rostos em desespero, com a simples visão pública do ditador coreano. A reportagem mostrava de que forma elas tinham sido treinadas para reagir assim, em uma calculada histeria coletiva. Aquelas imagens nunca mais saíram de minha mente, como um retrato emblemático da deformação da alma infantil. Não tenho mais a revista, mas qualquer pessoa pode pesquisar e, o inglês ajudando, compreender a crueldade de um regime que obriga as pessoas a adorarem seus líderes e as pune severamente quando se recusam a isso.

Pois morreu o ditador da Coreia do Norte, Kim-Jong il, deixando o mesmo legado comunista que conhecemos: fome generalizada, opressão, tirania, campos de concentração, idolatria (nesse caso, rasgada) e perda da liberdade, além de um punhado de armas nucleares que preocupam o mundo. No Brasil, que é governado por um partido comprometido ideologicamente, a mídia raramente ousa tratar das sistemáticas violações aos Direitos Humanos naquele país. Em uma rápida olhada pela internet, é impossível deixar de reconhecer que as notícias sobre essa morte são pouco informativas e, em geral, vergonhosas, enfatizando as lamentações (em grande número, forçadas!) e usando eufemismos como “mão de ferro” para o ditador cruel que queria a adoração como um deus. O comunismo brasileiro também mostrou de que lado está: a Folha de São Paulo veiculou a rasgada exaltação do PC do B ao regime. Não há desculpas para a falta de informação: até no You Tube há documentários que mostram a real face do totalitarismo comunista coreano.

A Coreia do Norte, hoje, é o primeiro país no ranking da perseguição religiosa, de acordo com o site Portas Abertas. Você, cristão, vai continuar a defender o comunismo? Busque informação e se posicione: você não pode ficar calado diante da perseguição, seja religiosa, seja política. Salgar o mundo, nesse caso, é abrir a boca pelos verdadeiros oprimidos dos sistemas comunistas em vigor, bem como denunciar a opressão em marcha nos países que ainda se consideram “democráticos” – uma opressão que tem sido praticada em nome do amorrrr politicamente correto, e que se revela na aprovação de leis mesquinhas que dão ao Estado o controle da consciência (lei contra a homofobia, lei da palmada, leis que buscam coibir a imprensa etc.), e isto em todo o mundo ocidental.
Fonte: http://normabraga.blogspot.com

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

6 coisas que aprendi assistindo aos cultos de algumas das igrejas da TV

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Ligue a sua TV. Pode ser em qualquer dia ou horário, você sempre encontrará alguma igreja na TV transmitindo algo para o telespectador. Passei alguns dias assistindo alguns desses programas (praticamente forçado), para tirar deles algumas lições. Vejamos algumas delas:

1 – Eu preciso dar ofertas para demonstrar minha fé e ser abençoado por Deus

Encontrei esse aprendizado em quase todos os “cultos” que assisti pela TV. Frases como: “Deus está querendo te abençoar, oferte nesse ministério”, “este ano será de vitória, dê uma oferta de fé”, “sacrifique-se, pois Deus, vendo o seu sacrifício, te abençoará. Por isso, traga sua oferta no valor de…”. Aprendi que o que tem fé oferta o máximo. Se não ofertei o máximo ainda tenho que converter meu coração porque minha fé é pequena.

2 – Eu preciso estar em um determinado lugar para receber a bênção de Deus

Aprendi que para ser abençoado por Deus preciso estar em um determinado endereço e em determinada hora. A mão de Deus age ali, por isso, preciso estar ali. Frases como “a mão de Deus age poderosamente nesse lugar”, “venha receber a sua bênção aqui na rua ‘X’ no horário ‘Y’…” me mostraram que eu preciso me esforçar e me deslocar para alguns lugares para ser abençoado. Deus precisa que eu vá lá onde Ele está agindo.

3 – Eu preciso comprar objetos ungidos para atingir alguns objetivos da minha vida

Aprendi que preciso ter a chave da vitória para abrir as portas do sucesso; aprendi que preciso do martelo da justiça para que Deus me dê a vitória na minha causa; aprendi que preciso ter a meia ungida para que onde pisar a planta dos meus pés, seja meu; aprendi também que preciso da rosa do amor para que meu relacionamento seja de Deus, que preciso do cimento ungido para que consiga conquistar a casa dos sonhos. Aprendi que preciso fazer sacrifícios e adquirir esses objetos que vêm de Deus para me abençoar, conforme a Bíblia mostra.

4 – Eu preciso obedecer a palavra do meu líder, pois ele é ungido

Aprendi que devo obediência ao meu líder, afinal, ele é o chamado, ele tem a unção especial de Deus. Através dele é que receberei a “vida abundante” de Deus para minha vida. Ele tem a revelação, ele tem o poder de me conduzir ao poder de Deus que tanto quero. Ele é quem determina minha bênção, minha vitória. Ele é quem tem a oração forte que agrada a Deus, que abre os caminhos… e, por isso, Deus quer que eu o obedeça em todas as coisas. Meu líder deve ser tudo pra mim!

5 – Eu preciso prosperar, caso contrário, não tenho a fé verdadeira

Aprendi que pobreza não é de Deus. Que o filho de Deus é cabeça e não cauda. Que o filho de Deus foi feito para estar por cima! Aprendi que se sou pobre é porque ainda não tenho Deus agindo em minha vida. Aprendi que preciso determinar a minha bênção, tomar posse das promessas de Deus. Afinal, Deus tem que me dar tudo aquilo que Ele prometeu nos versículos que o pastor mostrou na Bíblia.

Bom, citei apenas cinco “aprendizados”, mas teria muitos mais para compartilhar. Creio que está evidente o “lixo” que muitas igrejas têm ensinado através da TV. Lixo esse que chamam de evangelho, mas que não passa de ensinos contrários à Palavra de Deus. Uma maldição sendo ensinada dia após dia!

Creio que um último aprendizado que deveríamos colocar em prática seria:

6 – Desligue a sua TV e busque o ensino verdadeiro de Deus na Bíblia, e procure igrejas comprometidas com o evangelho para congregar!

Por André Sanchez
Fonte: http://lepsogbr.blogspot.com (Pr. Marcos Dornel)

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fugindo da Barra da Fama!

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Li em uma revista a afirmação de uma certa celebridade gospel: “Eles demoraram a perceber a nossa força. Mas não podem mais nos ignorar”, repetindo um velho mantra triunfalista da espiritualidade da prosperidade. Fiquei me perguntando onde isso combinava com o evangelho bíblico? Esse desejo de aparecer, ter honra e glória humanas, mostrar força, tornarem-se visíveis para o mundo. Um desejo nervoso de mostrar que o “nosso deus” é maior e melhor que o deus deles. Mostrar aos nossos ”inimigos”(que agora são amigos!) que somos abençoados, temos as melhores casas, carros e roupas. Aproximar-se da fama muda alguma coisa? Fico imaginando Jesus e os apóstolos dizendo: “Temos que mostrar nossa força aos Romanos, eles não podem nos ignorar”! Alguns podem até objetar: “Estão pregando o evangelho!” Foi assim que Jesus fez? Por que este ‘evangelho’ não é relevante na cultura popular? As programações não mudam, as agendas pagãs avançam! O desejo da cultura, chamada pós-moderna, é mostrar que todas as crenças são igualmente válidas, todos os deuses são iguais e o gezuiz mostrado é igual aos outros. Mas quão diferentes eram as motivações de Jesus, sempre fugindo da fama, do status e do poder. Paradoxalmente, quanto mais fugia da fama, mais ela crescia. Por que Ele, que veio revelar o Pai, não se mostrou amplamente? Por que não fez um grande espetáculo circense para mostrar seus milagres e revelar quem era? Certamente o Jesus do Evangelho não sairia na capa da “Veja”, “Caras”, “Isto é” ou mesmo na Globo para mostrar sua força. Em uma certa ocasião Pedro e os que com ele estavam procuravam Jesus e tendo-o encontrado, disseram: ”TODOS TE BUSCAM”! Todos estão atrás de você, todos estão querendo ver seus sinais, milagres e maravilhas! Jesus, porém, respondeu: “Vamos a outros lugares a fim de que eu pregue também ali, pois para isso é que eu vim.”(Marcos.1:35-39) Em outras ocasiões Jesus advertia severamente aos espíritos imundos que o não expusessem à publicidade, retirava-se quando havia muita gente no local, curava e pedia para que não o dissessem a ninguém!(Marcos.3:12; v.t.João.5:13;Mateus.8:4;9:30).
O objetivo de Jesus era glorificar o Pai e salvar o homem. João Batista, testemunhando a respeito de Cristo disse: “Convém que ele cresça e que eu diminua.” Jesus falou que se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? O sal salga quando presente e invisível no meio do alimento. O verdadeiro espetáculo que o mundo perdido precisa ver é o espetáculo da cruz
!

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?"Salmos.11

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“Quando olharem a sociedade brasileira e notarem o seu panorama de corrupção, de caos, de violência e de desorientação geral, por favor, lembrem-se de que esse estado de coisas pode ter causas que vão além da superfície política e econômica do dia. Lembrem-se de que uma cultura sem interesse pelo fundamento não pode, a longo prazo, criar senão uma sociedade desprovida de fundamentos, um edifício de frivolidades queridas que, ao primeiro vento mais forte, cai como um castelo de cartas.”

Trecho do artigo 'A pergunta ausente', escrito por Olavo de Carvalho em O Globo, 18 de Outubro de 2003.
Fonte: http://antenacrista.blogspot.com

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Como identificar uma seita - 08 Dicas

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Aquele sorriso amigável, aquela promessa de uma vida melhor, o sonho de, enfim, estar em paz com o Deus Todo Poderoso... Essa ânsia humana em ser feliz faz com que procuremos respostas, e nessa busca, nos submetamos às mais diversas situações, sem nos darmos conta em que "furada" nos enfiamos. Abaixo, algumas dicas. Daí, você responde: você está envolvido em uma seita?

CONTROLE DE PENSAMENTO - Não é permitido ler material ou falar com pessoas que tenham ideias contrárias às do grupo. Em alguns casos, a vítima é geograficamente isolada da família e dos amigos.

HIERARQUIA RÍGIDA - São criados modos uniformizados de agir e pensar, desenvolvidos para parecer espontâneos. A vítima é convencida da autoridade absoluta e do caráter especial- às vezes, sobrenatural - do líder.

MUNDO DIVIDIDO - O mundo é dividido entre “bons”(o grupo) e “maus”(todo o resto). Não existe meio-termo. É preciso se policiar e ser policiado para agir de acordo com o padrão de comportamento “ideal”.

DELAÇÃO PREMIADA - Qualquer atitude errada, ainda que cometida em pensamento, deve ser reportada ao líder. Também se deve delatar os erros alheios. Isso acaba com o senso de privacidade e fortalece o líder.

VERDADE VERDADEIRA - O grupo explica o mundo com regras próprias, vistas como cientificamente verdadeiras e inquestionáveis. A vítima acredita que sua doutrina é a única que oferece respostas válidas.

CÓDIGO SECRETO - O grupo cria termos próprios para se referir à realidade, muitas vezes incompreensíveis para as pessoas de fora. Uma linguagem muito específica ajuda a controlar os pensamentos e as ideias.

MEU MUNDO E NADA MAIS - O grupo passa a ser a coisa mais importante - se bobear, a única. Nenhum compromisso, plano ou sonho fora daquele ambiente é justificável.

NINGUÉM SAI - A vítima se sente presa, pois não pode imaginar uma vida completa e feliz fora do grupo. Isso pode ser usado por políticos e militares para justificar execuções.

Fonte:
http://www.genizahvirtual.com
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Os palhaços são profetas!

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Eis aí os inimigos da Cruz de Cristo! Eles estão diante de nossos olhos! Quem ousará os repreender? Quem se levantará contra eles? São feiticeiros do sagrado, traficantes de um “evangelho” falsificado, intermediários do “divino”. Eles se auto-proclamam “apóstolos”, “evangelistas”, “missionários”, “patriarcas”, “bispos”, mas na verdade são sinagoga de satanás, vendilhões de uma religião oca e vazia, de liturgias dessignificadas, de ritos de ocasião, da fé commoditizada, comercializada como produto de supermercado. Mas um dia eles haverão de se encontrar com o Senhor de toda a Terra, estarão diante do Leão da Tribo de Judá, não mais do Cordeiro de Deus...
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Não maltrateis os meus profetas!

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Cansei de textos fora de seu contexto! Cansei de ouvir frases do calibre de “não toqueis nos meus ungidos” (Sl 105:15a) mal colocadas, usadas não para a glória de Deus, mas para a impunidade do homem.

Gostaria de falar um pouco sobre a parte “b” do versículo, “e não maltrateis os meus profetas”. A parte "a" já está por demais manjada, embora quase sempre seja tratada de forma incorreta e antibíblica.

Quem são estes profetas citados na parte “b”? Seria uma figura poética de repetição, muito usada na literatura hebraica, ou seja, seriam os mesmos ungidos citados na primeira parte do texto? Ou seriam outrras pessoas?

A priori, quando utilizado para proveito de “ungidos” e “profetas” que se arvoram contra a Palavra de Deus, ultrapassando o que está escrito, este texto é inócuo. Como bem frisou o pr. Ciro Zibordi em seu blog, tratando sobre aquilo que eu chamo de “teologia da intocabilidade”, o Salmo 105:15 e 1 Coríntios 4:6 andam sempre juntos e concordantes. Sempre!

Eu gostaria, se me permitem, de apresentar alguns destes profetas que Deus admoesta que não sejam maltratados (mas que, infelizmente, nem sempre acontece assim):(2 Sm 121-13; 2 Cr 25:14-16; 2 Cr 18:1-27).

Deu para compreender quem são estes profetas? São profetas mesmo! São pessoas que, a mando de Deus ou em defesa da sã doutrina, se dirigem aos "ungidos" na esperança que, confrontados com a Palavra de Deus, se arrependam e voltem aos princípios simples e sublimes das Escrituras. Nem sempre eles se dão bem...

Os profetas citados no Salmo são igualmente ungidos, enviados por Deus para repreender os “ungidos” quando eles tomarem rumos contrários à Sua vontade ou à Sua Palavra.

É fato que os reis de Israel, ou contextualizando aos dias de hoje, aqueles que exercem liderança sobre o povo de Deus (no caso atual, os pastores) são ungidos de Deus. Davi não ousou tocar em Saul no aspecto físico, pois como rei de Israel ele era inegavelmente ungido de Deus. Contudo, naquele momento em que Davi era ferrenhamente perseguido, poupou por duas vezes a vida de quem lhe perseguia, mas não se calou, antes denunciou os seus desmandos. Não o matou, mas não o deixou sem uma boa repreensão nos moldes da Palavra de Deus!

Portanto, amado “ungido”, não maltrate os profetas que Deus levantou para te corrigir!

Não chame os blogueiros, que são profetas de Deus em defesa da Palavra e da sã doutrina, de endemoninhados. Se eles estiverem errados, dê testemunho do erro de conformidade com a reta justiça (as Escrituras), e não em conformidade com teus achismos.

Procure agir como Davi, homem segundo o coração de Deus, que reconheceu seu erro. Jamais aja como Acabe ou como Amazias, que intimidaram ou retaliaram os profetas que lhes foram enviados, meros portadores do recado de Deus para suas vidas, a fim de que eles corrigissem seus caminhos e atitudes perante o Senhor.

Não tenho dúvidas que tu és ungido do Senhor. Apenas não admito que esta unção te conceda status de intocabilidade ou imunidade. Você é tão sujeito a erros quanto eu, e sujeito à correção. Quando eu errar, sinta-se à vontade de me corrigir à luz da Palavra! E que Deus me conceda a humildade suficiente de reconhecer Sua voz através da tua boca. Mas esta é uma via de mão dupla, "ungido"! Você também é sujeito aos erros, e à mesma correção divina vinda por mim, desde que igualmente à luz da Palavra!

Sempre que você se desviar do caminho, o Senhor, que te ungiu e te ama, levantará um profeta, seja ele um detentor de dom espiritual, um blogueiro ou uma mula falando com voz humana. Ouça-o, respeite-o, vá às Escrituras para ver se as coisas são assim mesmo (Atos 17:11), e abandone o erro. É para teu bem! Profeta nenhum, caro "ungido", te leva uma mensagem dura desejando teu mal, mas teu arependimento. Não aja com eles como agiu Amazias, intimidando, ou como Acabe, ferindo, maltratando e prendendo. Aja como Davi: reconheça seus erros e arrependa-se!

Quando abrires a tua boca para falar “não toqueis nos meus ungidos”, lembra-te, “ungido”, que a tua parte é não maltratar os profetas!
Zilton Alencar ( http://www.genizahvirtual.com/2011/09/um-blogueiro-ou-uma-mula.html)

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sábado, 30 de abril de 2011

Por que a graça é de graça?

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Um apóstolo explicaria a reação de Deus em termos mais analíticos: “Mas onde o pecado abundou, superabundou a graça”. Paulo sabia melhor do que ninguém que essa graça não é merecida, ela vem da iniciativa de Deus, e não da nossa. Jogado ao chão no caminho para Damasco, Paulo nunca se recuperou do impacto da graça: a palavra sempre aparece o mais tardar na segunda frase de cada uma de suas cartas. Como Frederick Buechner diz: “A graça é o melhor que ele pode desejar-lhes porque a graça é o melhor que ele sempre recebeu”.

Paulo repetia sempre a mesma coisa insistindo na graça porque sabia o que poderia acontecer se nós crêssemos que merecemos o amor de Deus. Nos momentos de crise, quando falhássemos complemente com Deus, ou quando por qualquer motivo não nos sentíssemos amados, ficaríamos em terreno inseguro. Teríamos medo de que Deus pudesse parar de nos amar quando descobrisse a verdade a nosso respeito. Paulo — “o principal dos pecadores”, como ele mesmo se intitulou uma vez — sabia, sem sombra de dúvida, que Deus ama as pessoas pelo que Ele é, e não pelo que somos.

Consciente do aparente escândalo da graça, Paulo esforçou-se para explicar como Deus fez a paz com os seres humanos. A graça nos desconcerta porque vai contra a intuição que todos têm de que, diante da injustiça, algum preço tem de ser pago. Um homicida não pode simplesmente ficar livre. Alguém que abusa de crianças não pode desvencilhar-se dizendo: “Eu fiquei com vontade de fazer isso”. Antecipando-se a tais objeções, Paulo destacou que um preço foi pago — pelo próprio Deus. Ele desistiu do seu próprio Filho, Jesus Cristo, para não desistir da humanidade.

Como na festa de Babette, a graça não custa nada para os beneficiários, mas tudo para o doador. A graça de Deus não é uma exibição que o vovô faz de sua “bondade”, pois custou o exorbitante preço do Calvário. “Há apenas uma única lei real — a lei do universo”, disse Dorothy Sayers. “Ela pode ser cumprida por meio do juízo ou por meio da graça, mas tem de ser cumprida de um jeito ou de outro.” Aceitando o juízo em seu próprio corpo, Jesus cumpriu a lei, e Deus encontrou um meio de perdoar.

No filme The Last Emperor [O Último Imperador], a criança ungida como o último imperador da China vive uma vida mágica de luxo com mil eunucos à sua disposição para servi-la. “O que acontece quando você faz uma coisa errada?”, pergunta o irmão. “Quando eu faço uma coisa errada, outra pessoa é castigada”, o imperador-menino responde. Para demonstrar o que estava falando, ele quebra um jarro e um dos servos é espancado. Na teologia cristã, Jesus inverteu esse padrão antigo: quando os servos erraram, o Rei foi punido. A graça é gratuita apenas porque o próprio doador assumiu o preço.
Philip Yancey, em “Maravilhosa Graça”, editora Vida
Fonte: http://amandoaoproximo.blogspot.com

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terça-feira, 5 de abril de 2011

Analfabetismo funcional e evangelho

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Eu tenho uma teoria. apenas uma teoria... não doutrina. Posso?

Minha formação acadêmica é de professor (o que não é grande coisa no Brasil, eu sei disso). Hoje já não atuo mais como docente, mas na coordenação acadêmica em um Instituto Federal, que por ser federal, dispõe de muitos recursos que outras instituições públicas (estaduais e municipais) sequer imaginam ter, mesmo na próxima década. Mas também trabalhei em lugares bem mais, digamos, acanhados... e por isso, apenas por isso e mais um monte de leitura especializada que me apoia... posso pensar nessa teoria.

O problema fundamental da igreja (as pessoas que são corpo), certamente é o afastamento do Evangelho apostólico para um evangelho humanista. Mas, junto a isso, outros problemas são associados.

Pesquisas brasileiras, apontam que 75% dos brasileiros são analfabetos funcionais (você pode ler sobre estas pesquisas clicando aqui e aqui, não as tirei da minha cabeça). Trocando por números mais palpáveis, significa que a cada 4 brasileiros, 3... sim, TRÊS, são analfabetos funcionais (em diferentes graus, é claro). Isso significa também, que dos 190 milhões de brasileiros, 142 milhões são analfabetos funcionais.

Ora... mas o que isso cara pálida?

O analfabeto funcional é uma pessoa que consegue decodificar os sinais (letras), ler frases, textos e palavras, mas, não consegue interpretar. Falta-lhe a habilidade de interpretação de textos, que adiquire-se com a prática da leitura e aprofundamento de estudos, duas coisas pouco usuais na sociedade ocidental tupiniquim. Lê-se pouco e investe-se mais em cirurgia plástica que em educação.

Assim, não por culpa deles... mas do ensino no Brasil que é precário... e dependendo das cidades, longe dos grande centros urbanos, tal analfabetismo atinge inclusive o ensino privado. A maioria dos professores brasileiros possuem apenas a formação básica de sua profissão (graduação), e milhões de brasileiros sabem ler, mas não entendem o que lêem.

O mesmo ocorre dentro da igreja, afinal,são os mesmos brasileiros.A Bíblia tornou-se chata, cansativa e complicada. Sim, isso é falta de uma vida espiritual e sim... isso é apostasia... mas também, menos importante mas com alguma importância... líderes evangélicos descobriram que não é preciso se dedicar muito ao estudo da Palavra e no conhecimento do Santo Deus, porque seus seguidores também não o fazem... pelo contrário, esperam que alguém faça por eles... esperam que outro decodifique e interprete.

Desse modo, a pregação ilustrada com muitos contos humorísticos, fatos do cotidiano, performances e malabarismos, "atingem" objetivos que uma pregação fundamentada na Palavra não atingiria... pois poucos entenderiam o que se diz.

Esse texto não é... e também é ao mesmo... uma auto-defesa. Nós que regularmente escrevemos e publicamos textos na internet percebemos, a cada dia, uma piora no fazer-se entender. A cada texto que escrevo, percebo a constante necessidade, não de adaptar o texto, mas de construí-lo de forma que o que escrevo possa ser entendido por qualquer um... por este motivo é que não uso o twitter, por exemplo, pois numa sociedade assim, 144 caracteres me parece, como educador, algo absurdo.

No entanto... suspeito... que muito em breve, 144 letras serão muito... e nos comunicaremos apenas com algumas onomatopéias.

Maranata Jesus!

Fonte: http://www.pulpitocristao.com/

Daniel Clós Cesar

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Fanatismo Religioso x Filosofia

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Acabo de ver e recomendo o filme "Alexandria" (Ágora), com Rachel Weisz, que retrata a vida de Hipátia, uma filósofa que viveu no século IV, durante a consolidação de poder pelos cristãos no Império Romano em decadência. O filme mostra de forma tocante o embate entre a filosofia e o fanatismo religioso, a luz e a escuridão, a busca pelo conhecimento e a estupidez.

Em certo momento do filme, quando a pressão para que Hipátia se converta ao cristianismo fica insuportável, ainda assim ela se nega, sabendo que isso pode representar sua morte (de fato, ela foi assassinada de verdade e há indícios de que isso teve ligação com suas crenças e o fanatismo que reinava na época, sob a liderança religiosa de Cirilo).

Ela diz: "Quem acredita sem questionar, não acredita. Eu preciso questionar". E não é este o grande abismo entre aqueles que estão sempre questionando e procurando respostas, e os outros que juram saber "A Verdade" por meio de alguma revelação divina ou escritura "sagrada"? Quanto mal o fanatismo religioso trouxe ao mundo...

E não devemos esquecer que o Cristianismo não foi diferente das demais seitas religiosas. Hoje, após o Iluminismo ter colocado para escanteio os cristãos mais fanáticos, muitos ficam chocados com o atraso daqueles islâmicos bárbaros. Mas não custa lembrar que os ignorantes que pregavam o Cristianismo não eram muito diferentes no passado. O que me remete ao pensamento de John Stuart Mill sobre o assunto:

"Que os cristãos, cujos reformadores pereceram na masmorra ou na fogueira como apóstatas ou blasfemos - os cristãos, cuja religião exala em cada linha a caridade, liberdade e compaixão... que eles, depois de conquistar o poder de que eram vítimas, exerçam-no exatamente da mesma maneira, é demasiado monstruoso."

Vejam o filme. Vale a pena!
Fonte: http://rodrigoconstantino.blogspot.com

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quinta-feira, 31 de março de 2011

Desinteresse pelas Escrituras!

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Há muito tempo que vejo um desinteresse pelo estudo e meditação da Bíblia. Em proporção, há um aumento de “achismos”, conveniências e bizarrices bíblicas. Vivemos em uma época de confusão e relativismos. Cada um quer defender sua visão de mundo sem base bíblica nenhuma! Tudo é feito em nome do estético e pragmático. “Eu acho bonito”, “eu gosto do salmo 23”,”Eu não gosto de falar de cruz” “Dá certo? Então eu faço!”. Esses são os critérios de muita gente. Por isso eu gostaria de, humildemente, dar algumas sugestões importantes:
• Leia a Bíblia começando pelo Novo Testamento(Tenha em mente que a revelação é progressiva e que o NT é que interpreta o VT);
• Leia os evangelhos procurando conhecer o verdadeiro Jesus(Tem muito Gezuiz aí que não é o Jesus dos evangelhos);
• Jesus é a chave hermenêutica para se entender a Bíblia. Ele é o tema central(sem Jesus a Bíblia vira um balaio de gatos);
• Fundamente sua espiritualidade nas epístolas de Romanos, Efésios e Hebreus(Elas são as coroas das epístolas);
• Não caia na armadilha de ler muitos livros substituindo assim a leitura da Escritura(Não sou a favor do anti-intelectualismo da “letra que mata”);
• Procure livros sadios biblicamente, já que muito do que é vendido e ouvido no mercado gospel está cheio de heresias, distorções e judaizações;
• Não busque a dependência de totens evangélicos: super ungidos, Bispos, “aposTOLOS” e etc. Procure maturidade espiritual à luz das Escrituras, procurando entender o que se lê;
• Procure conhecer e pregar somente o evangelho genuíno e bíblico;
• Ore e Jejue.

Ruben Page

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sexta-feira, 11 de março de 2011

NÃO BASTA CARREGAR UMA BÍBLIA!

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Certo autor disse que é impossível escravizar um povo que lê a bíblia. Mas as perguntas que incomodam são: Por que grande parte do povo evangélico está escravizado a ensinos espúrios, bizarros e anti-bíblicos? Por que somos irrelevantes no cenário cultural? Por que tanto comércio de bíblias, livros e CDs? Nunca se comprou ou vendeu bíblias como atualmente. Cada lar cristão deve ter várias bíblias guardadas nas estantes! Bíblias abertas no Salmo 91 sobre o rack da sala com as páginas amareladas! Alguém já afirmou que a presença da Bíblia não garante ortodoxia(ensino correto).Mas a insistência da Escritura é para que haja meditação de “dia e de noite”. Jesus falou para os religiosos da época que eles erravam por não conhecer as Escrituras...Não basta uma leitura rápida, preguiçosa e que sirva para cumprir tabela de leitura para acalmar a consciência de uma obrigação religiosa. Não é uma leitura do tipo ABC ou bê-a-bá. É preciso entender, interiorizar, “ruminar”, “comer”, guardar a palavra de Deus nos refolhos da mente, adquirir tutano espiritual, depender do nosso professor de literatura bíblica: o Espírito Santo. Jesus deve estar no centro de nossa compreensão da Palavra, porque Ele mesmo é a Palavra Encarnada. Ele não é um assunto qualquer, mas é O Assunto da Escritura. A Palavra de Deus está acima de nossas experiências pessoais, sentimentos, emoções e subjetivismos. Sem esse Eixo objetivo, o nosso barco espiritual estará a deriva. Não teremos nenhuma bússola e seremos vítimas de todo vento de doutrina e opiniões de homens.
Ruben.

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quinta-feira, 10 de março de 2011

Isso realmente concorda com as Escrituras? Parte V

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O que aconteceu com o ensino bíblico da graça de Deus em Jesus que perdoa e abençoa sem esperar nada em troca? Quem primeiro deu a Ele para que lhe venha a ser restituído?
E a obra de Jesus que, conforme Hebreus, é perfeita, eterna, completa, eficaz e irrepetível para sempre?
O que move a obediência de muita gente hoje é o medo como na época da lei. Mas o motor da obediência na graça de Deus é o amor e a fé.
Realmente, precisamos voltar à Escritura. Meditar de novo e rever nossos conceitos de ser Igreja.Perguntar até que ponto todas essas práticas são bíblicas e legítimas!? Ler o Novo Testamento e comparar com as práticas de hoje! Precisamos deixar de ser cristãos que crêem apenas por tabela – no que os outros disseram – e começar a examinar as Escrituras por nós mesmos, como os bereanos de Atos 17, para ver se as coisas são realmente assim...

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Isso realmente concorda com as Escrituras? Parte IV

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A idéia da “brecha” que se dá ao diabo substitui a responsabilidade pessoal e individual por nossos pecados. Os nomes dos demônios que nos fazem supostamente pecar nada mais são do que as obras da carne de que fala Paulo em gálatas. A “brecha” nada mais é do que brecha moral. Somos responsáveis pelo nosso pecado e dele todos darão contas a Deus. A espiritualidade cristã se resumiu a uma constante luta com Satanás e seus demônios e vez de ser um relacionamento de confiança em Deus e sua Palavra. Tiago esclarece de que cada um é tentado pela sua própria cobiça quando esta o atrai e seduz.
Tudo isso se parece com os intermináveis campeonatos de futebol. Um círculo vicioso de medo e falsas soluções. Uma roda gigante sempre girando e que não sai do lugar.
Onde foi parar o conceito da Providência e Soberania de Deus que tem o controle sobre os atos de Satanás e seus demônios?

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